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Cientistas identificam variações genéticas associadas a Alzheimer

Um grupo de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, em Saint Louis, nos Estados Unidos, identificou variações genéticas associadas ao desenvolvimento precoce do mal de Alzheimer. O estudo, de cientistas americanos e italianos, será publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), informou a Agência FAPESP.

Agência Estado |

O mal de Alzheimer é caracterizado, segundo a Agência FAPESP, por anomalias no citoplasma dos neurônios, conhecidas como novelos neurofibrilares, e por placas beta-amilóides duras e insolúveis, que se acumulam entre as células nervosas no cérebro. Esses novelos são compostos de agregados das chamadas proteínas tau.

Os cientistas conseguiram identificar que certas variantes do gene tau podem indicar um desenvolvimento da doença mais cedo que em casos típicos. A ligação com o risco de Alzheimer não é direta.

Foram analisadas amostras de DNA de 313 pessoas, com atenção a 21 regiões da proteína tau que variam de pessoa para pessoa. Em diversas variações, acompanhadas da evidência de que o voluntário era portador de Alzheimer, o grupo identificou associação com níveis elevados da proteína em fluído cerebrospinal (líquido cefalorraquidiano, o liquor).

Segundo os pesquisadores, pessoas com tais variantes estão mais propensas a desenvolver precocemente declínio da capacidade cognitiva e demência, características associadas à doença.

AE

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