Cientistas criam macaco com proteína fluorescente para estudar doenças

Cientistas do Instituto Central para Experimentação Animal, em Kawasaki (Japão), criaram macacos geneticamente modificados portadores de uma proteína fluorescente verde integrada em seu DNA, segundo informações da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os pesquisadores acreditam que o estudo deve facilitar as pesquisas sobre o desenvolvimento de doenças no organismo.

Agência Estado |

A equipe da pesquisadora Erika Sasaki usaram DNA viral como veículo para introduzir o gene para a proteína verde fluorescente no DNA de sagui-comum ( Callithrix jacchus ) - nativo do Nordeste do Brasil e também conhecido como sagui-de-tufos-brancos. Segundo os cientistas, os macacos transgênicos devem ser úteis para estudo de algumas doenças infecciosas, imunologia e desordens neurológicas, além de certas desordens genéticas como a distrofia muscular. O grupo também conseguiu que esse marcador passasse para as crias, mantendo o gene até a terceira geração. O estudo foi publicado hoje na revista Nature .

AE

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