China e EUA podem mudar questão climática, diz AIEA

O economista-chefe da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, destacou o potencial das metas ambientais de China e Estados Unidos para as negociações sobre mudança climática, que ocorrerão em Copenhague entre 7 e 18 de dezembro. As decisões tanto dos EUA quanto da China, se implementadas, serão um marco para a questão da mudança climática e podem transformar o setor de energia, disse Birol.

Agência Estado |

A China anunciou que pretende reduzir em até 45% suas emissões de dióxido de carbono por unidade de PIB até 2020, tendo como base os dados de 2005.

Ontem, a Casa Branca anunciou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, irá à reunião na Dinamarca prometendo redução considerável das emissões americanas de poluentes. Segundo funcionários do governo, os EUA pretendem reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa em 17% até 2020, com base em números de 2005, e em 83% até 2050.

"As duas metas, caso postas em prática, colocam o mundo no contexto de 450 partes por milhão (ppm)", disse ele, referindo-se à concentração máxima de gases de efeito estufa na atmosfera para que a temperatura global não suba mais de dois graus Celsius. As informações são da Dow Jones.

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