Chacina de Guarujá ainda é mistério para polícia

Investigadores acreditam na hipótese de "queima de arquivo" de jovens de 6 e 18 anos que trabalhavam e estudavam

AE |

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Dos três adolescentes mortos durante a chacina registrada na noite de segunda-feira, no distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá (SP), na região denominada como Favela da Prainha, apenas um deles tinha antecedentes criminais.

Um dos rapazes de 16 anos era apontado como autor de mais de dez assaltos ao comércio e até a um banco do município. Os outros dois, de 16 e 18 anos, trabalhavam e estudavam, fato que surpreendeu a polícia, que acredita na chamada "queima de arquivo", pela forma como os atiradores agiram.

Eles chegaram em um veículo de cor escura e já foram atirando contra os jovens, que se encontravam na calçada, em frente a uma oficina.

O crime ocorreu por volta das 18h30, quando o movimento de pessoas ainda era grande naquela região. De acordo com testemunhas, os marginais não tiveram a preocupação de esconder o rosto.

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