SÃO PAULO ¿ Em sua segunda semana a partir desta sexta-feira (08), Lula, o filho do Brasil segue em cartaz em 24 estados, com o mesmo número de salas da estreia, 354. Na opinião do editor do Filme B, Pedro Butcher, é complicado prever até onde o filme vai, mas a situação atual aconselha manter os pés no chão. Dificilmente chegará a alcançar Se Eu Fosse Você 2 ou Dois Filhos de Francisco [5 milhões], defende Butcher.

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É difícil prever até onde o filme vai, mas estouro nas bilheterias já está descartado

Para o crítico Ricardo Calil, que havia chegado a escrever que o filme seria o campeão de bilheteria da retomada, o objetivo é pensar em um desempenho "médio, digno". "Um cálculo não muito científico que as pessoas costumam fazer é multiplicar a bilheteria do primeiro final de semana por 10. Se fizermos isso, 'Lula' terá por volta de 2 milhões de espectadores. Está longe de ser um fracasso, porque poucos filmes brasileiros passam de um milhão. Mas está abaixo das expectativas."

Na defensiva, Bruno Wainer, diretor da Downtown Filmes, distribuidora da cinebiografia, não se arrisca a fazer previsões. "Cada dia é um dia", filosofa. Segundo ele, é preciso ver como "Lula" vai continuar resistindo ao fenômeno "Avatar", à entrada de "Sherlock Holmes" no circuito e se o boca-a-boca e as promoções vão ajudar.

"A gente sabe que as centrais sindicais estão de férias coletivas, a partir do dia 11 uma boa parte do operariado volta", comenta, e arremata: "são muitas emoções".

Assista ao trailer de "Lula, o filho do Brasil":

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