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Cerca de 2.000 bombeiros trabalham nas operações de resgate no Rio de Janeiro

Cerca de 2.000 militares do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro trabalham desde segunda-feira no resgate de vítimas das chuvas que deixou http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/04/07/sobe+para+100+o+total+de+mortos+por+causa+da+chuva+no+rio+9450396.htmlmais de 100 mortos no Estado.

iG São Paulo |


Arte iG

O calculo de 2.000 homens é o efetivo total usado em 52 operações relativas às chuvas em que o Corpo de Bombeiros atendeu desde segunda-feira.

AE
Risco para os bombeiros. Uma grande pedra que parou a poucos metros de
uma casa da comunidade Santa Maria, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro
Segundo último balanço da Defesa Civil, 113 pessoas morreram. Equipes de socorro seguem no trabalho de resgate a vítimas nesta quarta-feira. Não há um número oficial, mas há relatos de desaparecidos.

Na cidade do Rio, 750 agentes de trânsito da CET-Rio e Guarda Municipal estão em ação para operando o trânsito na cidade. Todos os órgãos da prefeitura ligados ao combate aos efeitos da chuva estão com efetivo reforçado. A Comlurb trabalha com 4 mil homens na limpeza e liberação das vias, de onde retirou 2.400 toneladas de detritos e entulhos nas últimas 24 horas. Mais de 40 árvores foram retiradas das ruas.

Reuters
Bombeiros trabalham no resgate de desaparecidos desde segunda-feira
A Coordenadoria Geral de Conservação está com 1.200 funcionários nas ruas fazendo limpeza de galerias pluviais. A Defesa Civil Municipal tem 60 homens no comando das ações de socorro e remoção de pessoas em áreas de risco, que conta com o apoio dos bombeiros e da polícia militar. A secretaria de Obras, que coordena as operações da Geo-Rio e Rio-Águas, conta com 300 homens. A Guarda Municipal atua com efetivo de 2.200 e a Cet-Rio tem 100 operadores de controle de tráfego.

A secretaria especial de Ordem Pública e a GM trabalham com 43 reboques para retirar veículos enguiçados e abandonados das ruas. A secretaria de Conservação está com 177 caminhões, 34 retroescavadeiras e 44 pás mecânicas para realizar os trabalhos de drenagem nos locais mais afetados pelas enchentes na cidade. As empreiteiras que realizam serviços para prefeitura também cederam 30 caminhões e 20 pás mecânicas.

Dia de caos

Na terça-feira,  Rio de Janeiro viveu um dia de caos. Foram registradas 105 mortes , sendo a maioria vítimas de deslizamento de terra, e 202 pessoas ficaram feridas após uma forte chuva que atingiu o Estado.

As aulas foram suspensas, serviços públicos tiveram o expediente cancelado, o aeroporto Santos Dumont ficou fechado durante boa parte da manhã e empresas cancelaram a venda de bilhetes com destino para o Rio.

Esta é considerada a pior chuva já vista no Rio de Janeiro . Em 24 horas, o número de mortos superou o registrado nos quatro meses de verão em São Paulo.


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