A Força Sindical e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil querem o presidente Lula e a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, no palanque da festa do Dia do Trabalho, em 1° de maio, em São Paulo." / A Força Sindical e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil querem o presidente Lula e a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, no palanque da festa do Dia do Trabalho, em 1° de maio, em São Paulo." /

Centrais chamam Lula e Dilma para festa de 1° de maio em São Paulo

http://images.ig.com.br/ult_us/selo_eleicoes.jpg align=leftA Força Sindical e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil querem o presidente Lula e a candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, no palanque da festa do Dia do Trabalho, em 1° de maio, em São Paulo.

Andréia Sadi, iG Brasília |

O evento deve reunir mais de dois milhões de pessoas na Praça Campo de Bagatelle, na zona norte da cidade, para assistir a apresentações de shows populares, como Banda Calypso, Zezé di Camargo & Luciano além da participação do padre Marcelo Rossi. Nós estamos só esperando a confirmação do Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente, disse ao iG o deputado federal Paulinho da Força (PDT-SP). 

O deputado disse também que outras centrais, como a CUT (Centra Única dos Trabalhadores), devem organizar a sua própria comemoração e também querem a presença da candidata. Dilma participou no começo de abril de um encontro com líderes das cinco centrais sindicais do País. A inédita unanimidade das centrais em torno da candidatura de Dilma é considerada pelo PT um dos trunfos para a corrida eleitoral.

A reportagem apurou que o comando da campanha da ex-ministra ainda avalia a presença na festa para não criar atritos com a Justiça Eleitoral. Durante o evento, serão sorteados prêmios como um apartamento e 19 carros. Dirigentes petistas temem que a oposição alegue características de comício na festa das centrais. 

Segundo cartilha da AGU, até junho, prazo para o registro de candidaturas às eleições de outubro, Dilma poderá participar de qualquer evento com a presença do presidente. No entanto, a partir de junho essa participação estará vedada. 

Já o presidente, se quiser participar de eventos públicos exclusivos de campanha eleitoral, caberá ao partido arcar com as despesas. Porém, nada impede que o presidente vá a um evento oficial como presidente e, depois, no período de folga, participe de comícios. O dia 1° de maio cairá em um sábado. "Vou para a rua fazer comício. Vou de sábado e domingo para fazer comício", avisou. "Tratarei todos (os candidatos) com igualdade de condições. Mas tenho candidato, porque tenho partido, e vou apoiá-la", disse o presidente em entrevista no começo do mês. 

No ano passado, Lula não compareceu ao evento. A então ministra-chefe da Casa Civil enviou aos diretores da Força um discurso por escrito.

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