CD do Coldplay chega ao MySpace antes de ser lançado

O álbum está aí para entreter as pessoas - para oferecer 42 minutos de diversão, com dez grandes músicas que serão cada uma a predileta de alguém. Realmente espero que a gente tenha atingido isso.

Agência Estado |

As palavras são de Chris Martin, vocalista da banda Coldplay. O álbum é 'Viva La Vida or Death And All His Friends', quarto e novo trabalho do grupo inglês. Disponível para os internautas no site MySpace (www.myspace.com/coldplay) desde a última sexta-feira, Viva La Vida chegou aos ouvidos do público carregado de suspense. No ano passado, Martin havia declarado que o Coldplay sairia de férias por tempo indeterminado - puro charminho do marido da atriz Gwyneth Paltrow, que completou 31 anos em março.

Para o novo trabalho, com lançamento mundial previsto para a próxima quinta-feira, o quarteto se trancou em Londres com dois produtores de peso: Brian Eno (David Bowie, U2) e Markus Dravs (Arcade Fire). "Foi idéia de Brian trabalhar conosco", diz Martin, em entrevista cedida pela gravadora. "Eu freqüentemente o encontrava para tomar chá e começava a tocar tabla eletrônica. Isso acabou virando o equivalente a um ano de produção. Markus, então, veio por meio de Win, do Arcade Fire, depois de ter trabalhado no primeiro CD Neon Bible. Win disse: 'Vocês deveriam trabalhar com esse cara porque ele vai colocá-los em forma'", completa.

As mudanças para o disco anterior (X&Y, de 2005) começam pela concepção da capa, inspirada em um quadro da mexicana Frida Kahlo e seus problemas de saúde. "Ela passou por muita coisa e aí começou uma grande pintura em sua casa que dizia Viva La Vida Or Death And All His Friends. Simplesmente amei a ousadia disso", falou o cantor, antes do lançamento do disco.

A banda decidiu também encurtar o álbum e fazer dele uma experiência sensitiva mais marcante. São apenas dez músicas que somam 42 minutos de audição, algo incomum atualmente. Um dos grande nomes do pop rock da atualidade, atrás apenas do U2, o Coldplay - de sucessos como Yellow , Speed of Sound e Clocks - já soma 30 milhões de discos vendidos em todo o mundo. Martin sabe que carrega a responsabilidade de manter o prestígio do grupo em alta. "Queria que esse álbum provasse que somos merecedores da posição em que estamos. Não há dúvidas de que saímos desse processo uma banda melhor ", garante. As informações são do Jornal da Tarde.

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