Cavalos olímpicos desfrutam de instalações de luxo em Hong Kong

Num momento em que grande parte dos sete milhões de habitantes de Hong Kong vivem em espaços e apartamentos minúsculos, numa das cidades do mundo com maior densidade populacional, os 218 cavalos que participam dos Jogos Olímpicos desfrutam de instalações de luxo.

AFP |

Para dar grande comodidade aos animais não foram poupados gastos, para que permaneçam tranqüilos e evitando, na medida do possível, qualquer enfermidade.

No Hong Kong Jockey Club (HKJC), que controla as atividades de equitação na ex-colônia britânica, foram investidos 150 milhões de dólares em obras de melhoramento.

A sede das provas de equitação também ficou na cidade, a mais de 1.900 quilômetros de Pequim, para se evitar a poluição.

Foram construídas baias consideradas de 'seis estrelas', salas de recreação e recintos acolchados para evitar lesões, além dos sistemas de ar condicionado e dosadores de água, para combater as altas temperaturas.

O verão (boreal) de Hong Kong, entre 27 e 34 graus Celsius e com taxas de umidade de 90%, obriga a adoção de medidas para evitar efeitos sobre a população eqüina.

"Você pode ver aqui como os cavalos estão bem, relaxam diante de seus olhos", comentou Chris Riggs, um dos chefes da equipe de veterinários do HKJC.

Um dos cavalos suecos, Keymaster, teve uma pequena fissura e foi operado na clínica eqüina por Jack Snyder, um especialista americano com grande experiência olímpica.

A clínica está equipada com aparelhos de última geração para a detecção de lesões.

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