Caso S.: pai recebe notícia com cautela

O norte-americano David Goldman ficou feliz, mas recebeu com cautela a notícia da cassação da liminar que impedia a volta do filho S., de 9 anos, para os Estados Unidos. Os advogados dele e as autoridades da Embaixada norte-americana aguardavam na noite de ontem a chegada da íntegra da decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, para definir a data do retorno de pai e filho aos EUA.

Agência Estado |

A principal dúvida entre as autoridades norte-americanas era se um novo prazo de 48 horas seria oferecido à família brasileira para a entrega de S. no Consulado dos Estados Unidos, no Centro do Rio. Além disso, os advogados de Goldman queriam saber se a decisão abriu alguma brecha jurídica para um novo recurso dos advogados de Silvana Bianchi, de 60 anos, avó materna do menino, que deseja a permanência do neto no país.

A assessoria de imprensa do advogado Sergio Tostes, que defende Silvana Bianchi, informou que ele só se manifestaria sobre a decisão de Mendes hoje. Mais cedo, por meio de uma nota, ele antecipou ontem que tentaria todos os recursos legais possíveis. "Depois de anunciada a decisão, vou examiná-la para considerar as medidas legais cabíveis. Todas elas serão tomadas", informou o advogado. O padrasto de S., o advogado João Paulo Lins e Silva, que iniciou a batalha jurídica contra Goldman após a morte da mulher Bruna Bianchi, não atendeu as ligações.

    Leia tudo sobre: sean goldmanstf

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG