Carros da Polícia Militar terão dados de ladrões de condomínio

SÃO PAULO - Todos os carros da Polícia Militar (PM) vão carregar os dados dos ladrões e dos roubos a condomínio ocorridos nos últimos 30 dias. A medida faz parte do Programa de Prevenção e Repressão de Roubos a Condomínios adotado nesta quarta-feira pela Secretaria da Segurança Pública.

Agência Estado |

Futura Press
Carros carregarão dados dos roubos a condomínio
Também foi decidido que a Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) criará um banco de dados para armazenar as informações sobre esses crimes. Na semana passada, a secretaria já havia anunciado a criação de uma delegacia que concentraria os casos de roubos contra condomínios - a 4ª Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, que teve suas atribuições redefinidas.

O programa de combate aos roubos, criado por meio de resolução do secretário Antonio Ferreira Pinto, definiu roubos a condomínio como a "ação que tenha por alvo uma ou mais unidades de um mesmo condomínio, ainda que a abordagem à vítima ocorra em local externo, visando à facilitação do ingresso na área condominial".

Todos os casos passarão a contar com o trabalho conjunto entre os Departamentos de Polícia Judiciária na Capital (Decap) e de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Equipes de policiais serão despachadas para os locais do crime assim que eles ocorram para reunir a maior quantidade possível de dados sobre o caso.

Além do Deic e do Decap também serão informadas de imediato as Polícias Rodoviárias Estadual e Federal. A Academia da Polícia Civil criará em 45 dias um curso para treinar policiais para trabalhar com esse tipo de delito.

São esses dados - como os carros e objetos roubados, além da descrição física dos ladrões - que serão repassados à Polícia Militar para que todas as viaturas que patrulham a cidade mantenham um arquivo com os casos ocorridos nos últimos 30 dias. "A ideia é garantir rapidez na apuração, pois quanto mais rápido o policial começa a apuração, maior a possibilidade de sucesso", afirmou o delegado Marco Antônio de Paula Santos, diretor do Decap. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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