O carnavalesco da Unidos da Tijuca, Paulo Barros, acompanhou toda a apuração no sambódromo, fumando e roendo as unhas. Ele só comemorou quando foram divulgadas as notas do penúltimo julgador do último quesito (enredo).

"Estou anestesiado. Não adianta comemorar antes. O desfile foi perfeito, ótimo. Ganhar na Tijuca não tem como definir", disse Barros, que voltou à escola este ano depois de três carnavais afastado.

A escola levou para avenida no primeiro dia de desfile do Grupo Especial do Rio o enredo "É segredo". A vitória, garantida antes mesmo do fim da apuração, consagrou o carnavalesco, conhecido pelas inovações e precursor das alegorias humanas nos desfiles.

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