complô contra seu casamento com Sarkozy - Brasil - iG" /

Carla Bruni nega complô contra seu casamento com Sarkozy

A primeira-dama da França, Carla Bruni-Sarkozy, negou nesta quarta-feira que ela e seu marido Nicolas Sarkozy sejam vítimas de um complô, ao se referir a boatos sobre relações extraconjugais em seu casamento, que classificou de insignificantes e sem importância.

AFP |

"Estes rumores são insignificantes e não têm importância para nós", declarou à rádio francesa Europe 1 a ex-modelo, que está casada com o presidente francês há dois anos.

"Considero que não somos vítimas de um complô. Não há complô. Não há vingança. Isto não nos afeta e viramos a página faz tempo", acrescentou Carla Bruni.

As declarações da primeira-dama contradizem as de colaboradores do presidente francês que saíram em defesa de Sarkozy nos últimos dias, falando, inclusive, de um "complô organizado" contra o chefe de Estado.

O advogado de Sarkozy, Thierry Herzog, questionou as motivações daqueles que propagaram intrigas que dão a entender que o presidente e sua esposa, "a quem acusam, sem fundamentos, de manter relações" extraconjugais, levam "uma vida dissoluta".

Na imprensa, seu assessor de comunicação Pierre Charon mencionou a possibilidade de que haja uma "espécie de complô organizado com motivações financeiras".

A origem destes boatos foi investigada pela Direção Central da Informação Interior, afirmou nesta quarta-feira à AFP o chefe desta organização, Bernard Squarcini.

Segundo Squarcini, a investigação ocorreu sob ordens do diretor da polícia nacional francesa, Frédéric Péchenard, no começo de março.

"Estivemos trabalhando até a abertura da investigação judicial", no fim de março, assegurou o chefe dos serviços secretos interiores.

Os rumores sobre o casal Sarkozy circulam há semanas em Paris, quando, no dia 9 de março, surgiram em um blog abrigado pelo portal da revista Le Journal du Dimanche (jdd.fr).

Seguindo uma tradição na imprensa francesa, que distingue a vida pública e a vida privada das personalidades, os meios franceses não abordaram o tema, mas os jornais estrangeiros, em particular os britânicos, dedicaram grandes manchetes ao assunto e a internet ampliou.

O diretor de redação da revista enviou ao presidente uma carta pedindo desculpas, e o jornal apresentou queixa na justiça contra desconhecidos por "introdução fraudulenta de dados em seu sistema informatizado".

far/dm/mvv/LR

    Leia tudo sobre: música

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG