Os Ministérios da Saúde e da Educação estudam mudanças na definição de vagas para residência médica. A proposta, que será discutida hoje com a Comissão Nacional de Residência Médica, é estimular a criação de novos postos de acordo com as necessidades de atendimento médico de cada região pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Atualmente, as vagas para residência médica são definidas de forma desvinculada das carências regionais, o que ajuda a contribuir para o déficit de profissionais em determinadas regiões.

"Na Região Norte, por exemplo, faltam oncologistas", explica o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Francisco Campos. Outras carências apontadas pelos gestores municipais ouvidos pelo ministério são os profissionais de urgência e emergência, gerontologistas, ortopedistas, anestesiologistas e neurologistas. Atualmente, nas universidades particulares e federais, existem 10.778 vagas de residência médica. As informações são do Jornal da Tarde .

AE

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