CANNES, 15 MAI (ANSA) - O documentário do jornalista francês Daniel Leconte sobre o caso das charges dedicadas ao profeta Maomé, que será apresentado nessa sexta-feira, suscitou medidas de segurança ainda mais fortes na 61ª edição do Festival de Cannes, iniciada nessa quarta-feira.

Dedicado às caricaturas do profeta islâmico publicadas na imprensa dinamarquesa, objeto de diversos processos e discussões em todo o mundo, o documentário leva um título bastante provocativo: "C'est dur d'être aimé par des cons" (É difícil ser amado por esses imbecis, ndr), é o que diz o próprio Maomé chorando em uma charge apresentada no documentário.

Um tema polêmico que, como aponta a revista Le Film Français de hoje, exigiu da organização do festival a máxima discrição até mesmo na hora de anunciar sua programação na seleção oficial. (ANSA)

Leia mais sobre: Festival de Cannes

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.