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Câmeras de Bangu 8 não estavam gravando no dia da fuga de Batman , diz diretor

RIO DE JANEIRO ¿ Em audiência realizada na manhã desta sexta-feira, o secretário de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, afirmou que as câmeras de vigilância do presídio de segurança máxima Bangu 8 estavam desabilitadas para gravação, e não quebradas ou desligadas, no dia da fuga de Ricardo da Cruz, o Ricardo ¿Batman¿. A ação ocorreu no dia 27 de outubro. Apenas uma câmera de segurança externa da penitenciária flagrou o ocorrido.

Redação |

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Segundo Carvalho, a central de controle de vigilância fica dentro da sala do diretor exonerado de Bangu 8, Luiz Henrique Burgos. Elas teriam sido desativadas no dia 22 de outubro, por volta das 16h.

No mesmo período da fuga de Batman, houve uma obra dentro da sala de Burgos. As paredes foram pintadas e foi feito um conserto no banheiro. O secretário disse que a obra foi fiscalizada, mas, mesmo assim, há a suspeita de que algum dos envolvidos nos reparos tenha usado o computador onde estava instalado o programa que opera o sistema de vigilância.

Carvalho fez questão de ressaltar, durante a assembléia, que Luiz Henrique Burgos não é o culpado pela não-gravação do circuito interno, já que algumas pessoas tinham acesso à sala do ex-diretor.

As câmeras começavam a gravar automaticamente a qualquer sinal de movimento. Tudo o que era registrado ficava armazenado em um disco rígido durante sete dias. Caso o mesmo não fosse trocado, o sistema começava a fazer gravações novas em cima das antigas.

O deputado estadual Alessandro Molon (PT) presidiu a sessão, que ainda contou com a participação dos deputados Marcelo Freixo (PSOL), Paulo Ramos (PDT), além de Paulo Melo, Nelson Gonçalves e Chiquinho da Mangueira (PMDB).


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