BRASÍLIA - O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Luiz Fernando Corrêa, disse que a Câmara e o Senado vão poder acompanhar as investigações da PF na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para determinar se o grampo que flagrou conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), realmente partiu da Abin.


Em visita aos presidentes da Câmara e do Senado, Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Garibaldi Alves (PMDB-RN), respectivamente, no final desta manhã, Corrêa negou que a PF vai precisar ingressar no Congresso para averiguar se a escuta partiu do gabinete de Demóstenes Torres.
"Se for preciso fazer varredura tem a Polícia do Senado para isso", disse.

Questionado sobre o avanço das investigações, e se servidores da Abin já teriam sido convocados para depor, Corrêa se limitou a dizer que dois delegados estão cuidando do inquérito e que não possui informações sobre os primeiros passos da dupla.

Leia também:

Leia mais sobre: grampos

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.