Uma varredura feita pela superintendência administrativa da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul detectou pagamentos indevidos próximos de R$ 2,2 milhões a 29 funcionários e ex-funcionários da Casa, que não tiveram seus nomes revelados. Os casos mais graves são de ocupantes de cargos de confiança exonerados, que continuavam recebendo vencimentos até outubro deste ano, quando os pagamentos foram suspensos.

Também há gratificações irregulares, valores superiores à remuneração por função de confiança e manutenção de benefícios a funcionários cedidos que voltaram a outros órgãos da administração pública.

O presidente da Assembleia, Ivar Pavan (PT), disse que uma sindicância vai apurar se houve erro administrativo ou má fé. Também revelou que os funcionários que receberam valores indevidos já foram notificados para apresentar defesa em 60 dias ou devolver o dinheiro. Se não houver acordo, a cobrança será feita mediante ações na Justiça.

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