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Calor intenso no Rio deve persistir até quarta-feira, alerta meteorologista

O calor intenso que atinge o Rio de Janeiro nos últimos dias deve persistir pelo menos até quarta-feira, quando uma frente fria chegará ao Estado. De acordo com o instituto Climatempo, as altas temperaturas marcadas pelos termômetros são provocadas por um sistema de pressão atmosférica que está sobre a região Sudeste, principalmente o Rio, e ganhou força no fim de semana, dificultando o crescimento de nuvens.

Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro |

 

Na Praça Mauá, no Centro do Rio, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou nesta segunda-feira a marca de 40,1ºC. A sensação térmica, que é provocada pelo efeito combinado entre a velocidade do vento e a temperatura e varia de acordo com a umidade relativa do ar, passou dos 50ºC.

A baixa nebulosidade, a ausência de ventos polares e o fato de estarmos em janeiro, quando temos mais horas de sol, resultaram nestas altas temperaturas. Os níveis de umidade do ar estão abaixo do normal, disse ao iG a meteorologista Josélia Pegorim, descartando a relação do calor intenso com os efeitos do fenômeno El Niño.

Segundo a especialista, na tarde de quarta-feira o Rio deve entrar em estado de alerta devido ao risco de fortes pancadas de chuva. A frente fria que chegará ao Estado deve permanecer até sexta-feira. O aumento de nuvens, a chuva e mudança na direção dos ventos vão diminuir o calor na cidade, avaliou Josélia.

AE

Termômetro marca 48ºC na Central do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro

Recorde

Neste domingo, os termômetros na Praça Mauá, no Centro do Rio, marcaram 40,4ºC, recorde de calor de 2010 e do verão, que teve início em 21 de dezembro. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, a temperatura foi a maior desde 22 de novembro de 2009, quando os termômetros da Praça Mauá registraram 40,5ºC. Esta foi a maior temperatura do ano passado.

Alguns termômetros do Rio chegaram a marcar médias superiores a 40ºC, mas, segundo Josélia Pegorim, os números não são confiáveis porque o asfalto e outros fatores aumentam a temperatura local. Os termômetros de rua estão expostos a situações adversas e, por isso, podem apontar situações alternadas, disse.

Com o calor, os vendedores ambulantes aproveitam para aumentar as vendas. Um deles acordou mais cedo, encheu o isopor e, em pouco mais de três horas, vendeu cerca de 50 garrafas d'água na região da Central do Brasil - 38% a mais do que costuma vender em uma tarde inteira.

*com informações da Agência Estado

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