Com a onda de calor em São Paulo, o consumo de água na capital aumentou consideravelmente, tanto nos imóveis quanto nas ruas. Para atender à demanda, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) elevou a produção em 14,3%, passando de 66,11 milhões de litros por segundo, em fevereiro, para 68,7 milhões de litros em março.

Para se ter uma ideia, com esse volume de água uma piscina olímpica pode ser enchida em 38 segundos. “Isso (aumento na produção) é ruim porque estamos com a capacidade de produção no limite. Por outro lado estamos com os reservatórios com um nível de água razoável”, disse o assistente executivo da Sabesp, Milton Seuaciuc.

Ele pediu que os consumidores não tomem nem banhos demorados para evitar racionamento. E as altas temperaturas também afetam o comércio de água mineral. Só na empresa Minalba, a venda de garrafinhas aumentou 345,25% nos primeiros quatro dias do mês em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto em março de 2008 foram compradas 12.852 unidades, este ano a marca alcançou as 57.224 unidades. Apesar de não fornecer dados em números absolutos, a empresa responsável pela produtora da água Crystal informou que houve um crescimento de 12% nas vendas em fevereiro deste ano em comparação com o mesmo período do ano anterior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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