Cai número de casos suspeitos de gripe H1N1 no país--ministério

SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério da Saúde anunciou neste sábado que o número de casos suspeitos de gripe H1N1 acompanhados no Brasil caiu de 35 para 25. O número de casos confirmados permanece em oito. Segundo boletim divulgado pelo ministério, os casos suspeitos estão nos Estados de Minas Gerais (7), São Paulo (6), Rio de Janeiro (3), Distrito Federal (2), Alagoas (1), Amapá (1), Bahia (1), Paraná (1), Pernambuco (1), Piauí (1) e Rondônia (1). Os dados contém registros repassados por secretarias estaduais de saúde até as 9h30 deste sábado.

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Até a tarde de sexta-feira, o ministério havia informado que autoridades de saúde acompanhavam dados de 35 pacientes que poderiam ter contraído o vírus.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou neste sábado que o número de casos confirmados da doença no mundo está em 8.451, em 38 países, com 72 mortes, mas os dados da entidade têm certo atraso em relação às informações registradas por cada país.

A maior parte das mortes, 66, ocorreu no México, onde o surto começou. Os Estados Unidos informaram quatro e o Canadá e a Costa Rica, um cada.

Segundo o ministério, 263 casos foram descartados, mas 18 estão em monitoramento em seis Estados do país.

Casos nessa categoria são classificados como os de pessoas procedentes de países afetados, com febre não medida e tosse, podendo ou não estar acompanhadas de demais sintomas de casos suspeitos --como febre repentina acima de 38oC, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações e dificuldades respiratórias.

Além disso, são considerados monitorados "aqueles viajantes procedentes de voos internacionais, nos últimos 10 dias, de países não afetados e apresentando os sintomas de acordo com definição de caso suspeito".

Os casos confirmados da doença estão no Rio de Janeiro (3), São Paulo (2), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). "Para todos os casos, estão sendo realizadas busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes", informa o ministério.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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