Burocracia barra investigação de sanguessugas

BRASÍLIA - Os procuradores da República em Mossoró (RN) Fernando Braga Damasceno e Marina Vasconcelos aguardam há mais de um ano e seis meses o resultado de auditorias sobre convênios realizados a partir de 2004 pelo Ministério da Saúde com três entidades locais acusadas de envolvimento com a máfia das ambulâncias.

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Os dados que ainda não chegaram às mãos do Ministério Público Federal (MPF), apesar dos reiterados pedidos de informações, estão com a Controladoria Geral da República (CGU) e o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), do Ministério da Saúde, e dizem respeito à Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamin) e às fundações Vingt Rosado e Aproniano Sá.

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