Bovespa sobe com exterior positivo e Petrobras

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acompanha o sinal positivo apresentado pelos mercados internacionais e opera em alta, tendo retomado o nível dos 57 mil pontos na máxima durante o dia. As ações da Petrobras também vivem um dia de recuperação, após a queda de ontem, beneficiadas também pelo comportamento do petróleo, que voltou a ser negociado acima de US$ 70 o barril.

Agência Estado |

Por volta das 11h30, as ações ordinárias (ON) da petrolífera subiam 0,77%, a R$ 37,82, e as preferenciais (PN) tinham alta de 1,24%, a R$ 31,77. No mesmo horário, o índice Bovespa (Ibovespa) avançava 0,40%, aos 56.716 pontos. O volume financeiro negociado no índice à vista até aquele momento era de R$ 1,17 bilhão, projetando R$ 5,9 bilhões.

Apesar da recuperação de hoje, o cenário de curto prazo segue indefinido para as ações da estatal, com os investidores aguardando mais esclarecimentos sobre o marco do pré-sal. Segundo um analista, a principal pressão sobre as ações da Petrobras vem da notícia sobre a capitalização. "O investidor precisa saber de quanto será a emissão, como ela será feita. Enfim, mais detalhes". Para ele, a entrevista coletiva que o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, concede hoje, pode trazer novidades e o mercado estará de olho.

Porém, a fonte ressalta que, no médio e longo prazos, após o mercado digerir as informações e a conclusão da operação de emissão de ações, a tendência é positiva para os papéis da Petrobras, uma vez que a companhia estará mais bem estruturada para enfrentar os investimentos futuros. Nessa linha, o Credit Suisse elevou a recomendação para as ações da estatal. Em relatório, o banco de investimento afirmou que a elevação foi baseada em vários fatores, entre eles, a alavancagem do preço do petróleo e as mudanças regulatórias, já que, para o banco, as propostas do governo já são conhecidas e parecem ser favoráveis à Petrobras.

Dólar

No mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial segue em baixa ante o real. Por volta das 11h30, a moeda norte-americana era negociada em queda de 1,01%, a R$ 1,87. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista caía 1,05%, cotado a R$ 1,8701.

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