Bombeiros continuam na favela Paraisópolis

O Corpo de Bombeiros mantém 11 viaturas de prontidão na operação montada pela Polícia Militar de São Paulo na favela de Paraisópolis, zona Sul da capital, que no início da noite desta segunda foi palco de uma violenta manifestação de parte de seus moradores. Segundo o serviço de comunicação dos Bombeiros, não há previsão para o fim da operação, que também conta com 60 viaturas e 120 soldados policiais militares - a metade deles do Batalhão de Choque.

Agência Estado |

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  • Moradores da favela atearam fogo em pedaços de madeira e outros objetos e montaram barricadas além de destruir e atear fogo em diversos veículos e depredaram estabelecimentos. Segundo a PM, o motivo do protesto seria a morte de um homem, que teria roubado um carro em Curitiba, e foi baleado e morto em um conflito com a polícia na região de Paraisópolis neste domingo

    AE

    De acordo com as redes de televisão Bandeirantes e Record, pelo menos quatro carros e um estabelecimento comercial foram depredados pelos manifestantes.

    A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informa que três policiais foram internados com ferimentos e não correm risco de morrer. Há nove pessoas presas, três delas menores. Todos foram encaminhados ao 89º DP da capital. Segundo a SSP, a polícia não vai sair da favela até que seja estabelecida a ordem no local. 


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