Quem frequenta as baladas descoladas de São Paulo percebeu. Depois da onda da cara limpa, símbolo dos yuppies dos anos 1990, e da barba cuidadosamente malfeita, à la George Michael, chegou a vez dos bigodes dominarem a cena noturna.

A moda começou nos clubes de Nova York, chegou a Londres e desembarcou em São Paulo com força no ano passado.

Recentemente, um artigo do New York Times usou os bigodes de Brad Pitt e Jason Giambi, popular jogador dos Yankees, como símbolos da nova tendência. Arredondados, retos, avantajados ou ralos, os bigodes deixaram de ser vistos como estilo de pai ou avô, ou mania dos saudosos de Burt Reynolds e da turma do Village People. Os neobigodudos são modernos.

Para cuidar do bigode não basta aparar os pelos, como conta o estilista David Pollak. “O bigode dá um ar retrô, clássico e chique, mas mantê-lo dá trabalho. Tenho escovas com cerda de pelo de javali, pentes de osso e chifre e tesoura especial para não deixar o fio espetado.” Uma preocupação constante dos bigodudos é com a higiene. “Eu não fumo, mas o cigarro pode amarelar o bigode, além de deixar cheiro, mas existem alguns creminhos que tiram o odor. É importante lavar com xampu todo dia”, explica Pollak. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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