Policiais discutem se greve continua na Bahia

Em municípios do interior do Estado, como Ibicoara e Campo Formoso, greve chegou ao fim; oficiais também estão reunidos para definir se aderem à paralisação

Cintia Kelly, especial para o iG, em Salvador |

Centenas de policiais militares estão reunidos na quadra do Sindicato dos Bancários do Estado da Bahia, em Salvador, para discutir os rumos da greve. A imprensa foi impedida de participar da assembleia. Muitos repórteres, inclusive, estão sendo hostilizados pelos grevistas, que atribuem à imprensa a desocupação da sede da Assembleia Legislativa.

Na assembleia, os grevistas vão discutir se aceitam ou não as propostas do governo do Estado. Depois de algumas reuniões, o Executivo sinalizou com o pagamento da Gratificação por Atividade de Polícia (GAP) 4 a partir de novembro deste ano; e da GAP 5 a partir de 2013; além da anistia administrativa aos grevistas que participaram pacificamente do movimento.

Às 18h, a Força Invicta, entidade que congrega os oficiais da Polícia Militar, iniciou reunião para definir se adere à greve. A imprensa não terá acesso a reunião. O presidente da entidade, coronel Edimilson Tavares, dará uma entrevista coletiva após a reunião.

Nos municípios de Brumado, Ibicoara, Guanambi, Campo Formoso, Macaúbas, Livramento de Nossa Senhora e Poções a greve chegou ao fim.

Prisco

O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra), Marco Prisco, preso na manhã desta quinta-feira (9), esteve no DPT (Departamento de Perícia Técnica), onde fez exames de corpo de delito. De lá, Prisco seguiu para a Cadeia Pública de Salvador, no Complexo Penitenciário da Mata Escura. Ele vai dividir a cela com outros internos, segundo informou seu advogado, Rogério Andrade.

AE
Interior da Assembleia Legislativa da Bahia após grevistas deixarem o local

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