Em assembleia, policiais militares decidem manter greve na Bahia

Grevistas devem dar coletiva para explicar motivos da continuidade da greve; oficiais ainda não definiram se aderem à paralisação

Cintia Kelly, especial para o iG, em Salvador |

A assembleia dos policiais grevistas da Bahia terminou por volta das 20h20 desta quinta-feira (9) e decidiu que a greve continua. Os policiais rejeitaram pontos da proposta do governo da Bahia.

O Executivo sinalizou com o pagamento da Gratificação por Atividade de Polícia (GAP) 4 a partir de novembro deste ano; e da GAP 5 a partir de 2013; além da anistia administrativa aos grevistas que participaram pacificamente do movimento.

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Os grevistas devem conceder entrevista coletiva para explicar os motivos da continuidade da greve. Cerca de 6.000 pessoas participaram da reunião.

Nesta sexta-feira, policiais devem fazer nova assembleia para decidir os rumos da paralisação.

No Ceará: Assembleia do Ceará aprova gratificação e anistia para PMs grevistas

Oficiais da PM que fazem outra assembleia ainda não definiram se aderem ou não à paralisação.

Nos municípios de Brumado, Ibicoara, Guanambi, Campo Formoso, Macaúbas, Livramento de Nossa Senhora e Poções a greve chegou ao fim.

Líder

O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra), Marco Prisco, preso na manhã desta quinta-feira (9), esteve no DPT (Departamento de Perícia Técnica), onde fez exames de corpo de delito. De lá, Prisco seguiu para a Cadeia Pública de Salvador, no Complexo Penitenciário da Mata Escura. Ele vai dividir a cela com outros internos, segundo informou seu advogado, Rogério Andrade.

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