Conhecida como 'patroa do tráfico', Kelly Ciclone é morta na Bahia

Corpo da mulher, celebridade em Salvador, foi localizado na rua, com marcas de tiros e agressões

Thiago Guimarães, iG Bahia | 18/07/2011 18:10

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Conhecida como “patroa do tráfico” pelo relacionamento com criminosos, Kelly Sales Silva, 22 anos, a “Kelly Cyclone”, foi morta na madrugada desta segunda-feira (18) em Lauro de Freitas (região metropolitana de Salvador).

Foto: Reprodução/Orkut

Kelly Ciclone, em imagens publicadas em seu perfil, no Orkut

O corpo da mulher foi localizado na rua, com marcas de tiros e agressões. A morte é um dos assuntos mais comentados nesta segunda-feira por usuários brasileiros do Twitter.

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Embora negasse participação no tráfico de drogas, “Kelly Cyclone” construiu sua imagem pública se associando ao mundo do crime. Com várias tatuagens pelo corpo, reconhecia ter namorado traficantes e exibia imagens em poses sensuais em redes sociais, como o Orkut. Passou a ser conhecida após ser presa com outras 43 pessoas em fevereiro de 2010 na capital baiana, em evento particular que recebeu o nome de “festa do pó”.

O culto à “Kelly Cyclone” era alimentado por programas populares de jornalismo policial - era presença constante, em entrevistas e citações, em um dos programas de maior audiência em Salvador. Também se relacionava com bandas de pagode a axé e chegou a ser fotografada, poucas horas antes de sua morte, durante um festival do gênero neste domingo (17) na capital baiana.

A empresária da banda A Bronkka, que compôs uma música chamada “Cyclone”, declarou luto pela morte da mulher. "A familia A Bronkka está de luto! Independente de quaisquer padrões, respeitamos muito todos nossos fãs. Kelly sempre presente", escreveu no Twitter Lucy Bonfim.

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