Avó de Sean diz que ele está abalado e quer ficar no Brasil

RIO DE JANEIRO - A avó do menino Sean Goldman, Silvana Bianchi, que disputa a guarda da criança com o norte-americano e pai biológico de Sean, David Goldman, disse que o menino está abalado com a repercussão do caso e que ele demonstra vontade de continuar no Brasil.

Redação |

Em entrevista à TV Bandeirantes, Silvana também disse que Sean tem ligações forte no Brasil. "Ele tem um pai socio-afetivo que ele adora. Uma irmã, que está com seis meses, e que é a ligação mais próxima com a mãe que faleceu há seis meses", disse.

Goldman chegou ao Rio de Janeiro nesta semana e visitou seu filho nesta quinta-feira, na casa dos avós, no Jardim Botânico.

Ele também deve passar por testes psicológicos, exigidos pela Justiça brasileira. O padrasto do menino já passou por esses exames.

Maiores detalhes da visita de Goldman não foram revelados, já que seu advogado Marcos Ortiz decidiu "restringir a divulgação" de detalhes sobre a vinda dele ao Brasil. "Fomos repreendidos por dar informações sobre o processo", afirmou Ortiz, sem explicar de quem partiu a reprimenda.

Caso Sean Goldman

Goldman foi casado com a estilista brasileira Bruna Bianchi. Durante uma viagem de férias ao Brasil com o filho, ela comunicou a separação e ganhou a guarda do menino na Justiça brasileira. O norte-americano, então, moveu um processo por sequestro internacional.

Bruna morreu no ano passado, durante o parto de sua segunda filha. Lins e Silva requereu a guarda de Sean, alegando a paternidade socioafetiva. Sean vive hoje com o padrasto, a irmã e os avós maternos.

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