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Avenida Paulista não é um bom lugar para manifestações , afirma Polícia Militar

SÃO PAULO - Em balanço sobre a Parada Gay deste ano, o coronel Camilo, da Polícia Militar, afirmou que a avenida Paulista não é um bom lugar para manifestações e eventos. A afirmação soma-se à opinião do prefeito Gilberto Kassab. Um dia após o evento, http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/06/16/paulista+e+inadequada+a+parada+gay+diz+kassab+6754925.html target=_topo prefeito disse que o local seria inadequado. Após o término da última edição, ocorrida dia 14/06, uma pessoa foi assassinada e uma bomba caseira explodiu ferindo ao menos 21 pessoas no Largo do Arouche.

Bruno Rico, repórter do Último Segundo |


O presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT, Alexandre Santos, afirmou que, em 2005, foi feito um levantamento de alternativas à avenida, mas nenhuma opção se mostrou satisfatória. O coronel Camilo explica que na região há cerca de 20 hospitais e 240 linhas de ônibus. "O mais crítico são os acessos. Um evento lá [na Paulista], para São Paulo", afirmou.

A Polícia Militar registrou menos atendimentos médicos nesta 13ª edição da Parada do que em 2008, quando foram atendidas cerca de 500 pessoas. Neste ano, cerca de 400 pessoas precisaram de cuidados médicos. De acordo com a Polícia Militar, 1200 policiais, 60 viaturas e um helicóptero foram deeslocados para o evento, que teria recebido entre 2 e 3 milhões de pessoas.

O coronel Castro, que fazia parte da comissão que divulgou o balanço, afirmou que um dos fatores para a queda das ocorrências médicas teria sido a diminuição no consumo de bebidas alcoólicas. Ele afirmou ainda que, talvez, uma das medidas para a próxima edição da Parada Gay seja uma maior rigidez no combate à venda ilegal de bebidas.

Assassinato

O assassinato de Marcelo Campos Barros, de 35 anos, ocorrido após o término oficial da Parada Gay está sendo investigado pela Polícia Civil. Além da identificação dos responsáveis, a polícia afirma que quer saber porque um policial militar que estava próximo à ocorrência não agiu.

Em outro episódio de violência durante o evento, ao menos 21 pessoas ficaram feridas com a explosão de uma bomba caseira no Largo do Arouche, no centro da cidade. As vítimas, que tiveram ferimentos leves, foram encaminhadas aos hospitais Santa Casa, Barra Funda e Servidor Público Municipal, recebendo alta em seguida.

Em ambos os casos, a polícia não terminou as investigações e não pode afirmar que se tratam de grupos de intolerância. A delegada Margareth Barreto afirmou que a Polícia monitora 25 grupos de intolerância que atuam no centro de São Paulo.

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