Uma australiana que teve uma filha com o próprio pai pediu que se aceite seu amor ilícito, ao aparecer ao lado de seu progenitor e da criança em um programa de televisão após ser condenada por incesto.

Jenny Deaves tinha 31 anos quando voltou a se encontrar com o pai, John Deaves, que se separara da mãe dela 30 anos antes. Pouco depois do reencontro, ela pensou em ter uma relação sexual com o pai, confessou Jenny ao canal Nine Network.

"John e eu estamos nesta relação como adultos com consentimento", disse ao programa "60 Minutes".

"Pedimos apenas um pouco de respeito e compreensão", acrescentou.

A filha do casal, que tem nove meses e se chama Celeste, da qual John Deaves é pai e avô, foi mostrada no programa e aparentemente tem boa saúde.

Celeste é a terceira filha, e neste caso também meio-irmã de Jeanny Deaves, que tem 39 anos e dois filhos de outro relacionamento.

Jenny Deaves disse que pouco depois de conhecer John começou a vê-lo primeiro como homem e depois como pai.

John Deaves, de 61 anos, admitiu saber que era ilegal ter relações sexuais com a filha, mas que as emoções falaram mais alto.

"As emoções mandam, como as pessoas sem dúvida sabem. Há momentos na vida em que as emoções guiam o coração e a cabeça", disse.

"Sabia que era ilegal, claro que sabia, mas fazer o que", completou.

O pai e a filha, que se parecem fisicamente, foram condenados por duas acusações de incesto cada um. No dia 20 de março passaram a obedecer uma medida de "boa conduta" por um período de três anos, pela qual não podem ter relações sexuais.

A justiça australiana revelou que o casal teve outro filho em 2001, mas o recém-nascido faleceu poucos dias depois do parto por uma cardiopatia congênita.

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