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Ausência de itens reduz conforto e sofisticação de carros

Há equipamentos que, conforme recomendação das montadoras, só podem ser colocados na fábrica. Teto solar é um deles.

Agência Estado |

Outros, como bancos de couro, têm instalação mais simples. E não só esses dois itens, como outros que oferecem conforto e conveniência, não estão disponíveis nem como opcionais em muitos veículos de alto valor à venda no País.

O Citroën Grand C4 Picasso é um exemplo de carro no qual faltam itens importantes por sua proposta. O preço da minivan, que começou a ser vendida em abril, chega a R$ 93.800. Mesmo assim, não há bancos de couro.

Segundo informações da Citroën, em razão da presença de air bags laterais, os bancos de couro só poderiam vir com sistema de aquecimento, o que elevaria muito o preço do modelo - em cerca de R$ 5 mil.

Quem fizer questão deste item poderá perder a garantia do veículo, que é de três anos. Como as concessionárias não instalam o couro na minivan, a única alternativa é recorrer às lojas especializadas.

Já a Honda não oferece detector de obstáculos para nenhum de seus veículos. Segundo informações da montadora, trata-se de uma política da empresa. Nem mesmo o Accord (R$ 144.500 na versão EX), maior sedã da fabricante vendido no Brasil, com 4,93 metros de comprimento, entra na lista. Isso dificulta muito as manobras com o carro.

O curioso é que o sensor de estacionamento é oferecido em modelos menores, como o Fiat Siena ELX 1.0 (4,14 metros), por exemplo. Com esse equipamento, o sedã pequeno custa R$ 36.535 (seu preço parte de R$ 34.830).

A Honda também não oferece teto solar para o nacional Civic, cujos preços vão de R$ 65.460 até R$ 99.500. O item também não está disponível em seu maior rival, o três-volumes médio Toyota Corolla, cujo valor sugerido fica entre R$ 61.090 e R$ 87.270.

Esse item é de série em algumas versões de sedãs médios à venda no País, como Chevrolet Vectra Elite e Nissan Sentra SL. Segundo a Toyota, para instalar o equipamento seria necessário mudar toda a estrutura da carroceria. Além disso, a fabricante japonesa acredita que o teto solar não seja um fator determinante de compra.

Outra japonesa, a Nissan, recentemente lançou seu esportivo 350Z com mais 32 cavalos. O cupê passou a ter 312 cv. O que a fabricante não deu ao esportivo foi a opção de trocas de marcha por meio de hastes no volante - as borboletas. Conforme a montadora, o equipamento não faz parte do projeto e é difícil oferecê-lo como acessório. Mas ele faz falta num carro que vai de 0 a 100 km/h em seis segundos e custa R$ 198.803. As informações são do Jornal da Tarde/Jornal do Carro

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