Atriz Uma Thurman testemunha no processo contra fã maníaco

A atriz americana Uma Thurman testemunhou, nesta quinta-feira, em Nova York, no julgamento contra um maníaco, acusado de persegui-la em 2005, relatou o jornal The New York Post em sua edição on-line.

AFP |

Negando-se a falar com os jornalistas ao chegar à Corte Suprema de Manhattan, a heroína de "Pulp Fiction - tempo de violência" e "Kill Bill" contou no tribunal como Jack Jordan, de 37 anos e com antecedentes psiquiátricos, enviou cartas a seus pais, ameaçando se matar, caso não conseguisse ver a atriz no prazo de um ou dois dias, acrescenta o jornal.

Ao não receber qualquer resposta, Jack Jordan foi atrás da atriz em Manhattan, onde ela estava filmando em novembro de 2005, e tentou entrar em seu camarim, passando uma nota por baixo da porta, contou Uma Thurman.

O promotor disse ainda que o homem também foi à casa da atriz no Greenwich Village (sudoeste de Manhattan), onde Uma mora com seus dois filhos, de acordo com a rede de televisão MSNBC.

"O fato de que tenha o número de telefone da casa dos meus pais, de que tenha vindo ao set de filmagem (...) torna o assunto mais grave do que um único episódio isolado", declarou a atriz no tribunal, segundo o "New York Post".

A atriz leu trechos da mensagem de Jack: "minhas mãos deveriam estar sempre sobre seu corpo".

Em vídeo divulgado na edição on-line do "Post", o advogado de Jack Jordan, George Bonbalakis, comentou que seu cliente "é, sem dúvida, atormentado, mas não um criminoso".

"Ele só achava que estava sendo romântico", completou o advogado da defesa.


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