Ato público pelo caso de célula-tronco no STF reúne 250

Cerca de 250 pessoas, segundo a Polícia Militar e os organizadores do evento, entre elas portadores de doenças degenerativas, pais de filhos com deficiência e representantes de 50 entidades, fizeram uma manifestação hoje em favor da vida e pela retomada do julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), da liberação de pesquisas com células-tronco embrionárias. Pela manhã, os manifestantes deram um abraço simbólico no prédio do Supremo, soltaram balões brancos e laranjas e distribuíram gérberas - a flor símbolo do movimento.

Agência Estado |

O ato lembrou a paralisação do julgamento, que hoje completou um mês, e o Dia Mundial da Saúde. Manifestações semelhantes também foram programadas pelas entidades em outras capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Para pedir pressa no reinício do julgamento - no mês passado o ministro do STF Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista -, os manifestantes exibiram cartazes com os dizeres "Pesquisar sim, Protelar não" e "O jogo começou há 3 anos. Queremos decisão". A coordenadora do Movimento em Prol da Vida no Distrito Federal, Gabriela Costa, ressaltou que todos os argumentos - contrários e favoráveis - já foram colocados. "O pedido de vista é regimental. Mas o atraso é muito grande. Estamos perdendo vidas", afirmou.

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