Ataques marcam novo debate em São Paulo

O prefeito e candidato à reeleição em São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), disse que o adversário Geraldo Alckmin (PSDB) tentou convencê-lo a não disputar a eleição em troca de participação em sua eventual gestão na Prefeitura de São Paulo e apoio a uma candidatura ao governo do Estado, em 2010. O tucano negou: “Minha vida não é de acordos, é de transparência”.

Agência Estado |

A troca de farpas marcou o debate de ontem à noite na TV Record - o terceiro embate na televisão, no qual se repetiram os ataques de vários adversários, principalmente de Paulo Maluf (PP), à petista Marta Suplicy.

A primeira provocação partiu de Alckmin, que acusou o prefeito de “incoerência”, pela aliança com o ex-governador Orestes Quércia (PMDB). A resposta veio de pronto: “Até duas semanas atrás ele não tinha esse discurso.” O prefeito insinuou que até superar Alckmin - 25% a 20%, segundo a última pesquisa Ibope encomendada pelo Estado e pela TV Globo -, a relação entre os dois era cordial. “Ele me convidou para conversas, até para compor seu governo. Convidou para ser candidato a governador daqui a 2 anos.”

Em cenário similar ao do debate anterior, na Band, quando faltavam 25 dias para a eleição, Marta foi novamente atacada por vários concorrentes, indicando dificuldades à frente para fechar alianças no segundo turno. Maluf foi o principal adversário. Kassab também atacou: “Há 8 anos, ela fez as mesmas promessas, mas não investiu no Metrô, não fez hospitais, não extingui salas de lata, criou tributos.”

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