Organizações não governamentais que atendem crianças com síndrome de Down condenam o aborto, que é ilegal no País. “Lutamos tanto por inclusão que essa ideia não faz sentido”, afirma Alda Vaz, da Associação para o Desenvolvimento Integral do Down.

A presidente da Carpediem, Olga Balian, destaca o potencial que essas crianças têm para se desenvolver. “O aborto é negar a vida e o desenvolvimento.” Josiane Bibas, da Reviver Down, acha que o preconceito é que contribui para o aborto.

Contudo, há quem reconheça o impacto que a notícia de um filho com Down pode causar numa família. “É uma questão íntima, não dá para julgar”, explica Lenir Santos, da Fundação Síndrome de Down e mãe de uma jovem de 25 anos com a síndrome. “Sou contra o aborto, mas cada mãe recebe seu filho de uma forma”, afirma Elizabeth de Andrade, da Associação Amigo Down. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE

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