Argentinos dão último adeus a cantor Sandro no Parlamento

BUENOS AIRES - Centenas de admiradores do cantor Sandro foram hoje à sede do Parlamento da Argentina para se despedir do ídolo, morto nesta segunda-feira aos 64 anos vítima de um problema no pulmonar.

EFE |

Faltando ainda várias horas para o começo do velório, previsto para as 14h (15h, Brasília), os seguidores de Sandro formavam uma fila de 400 metros que obrigou o bloqueio do trânsito nos arredores do Parlamento, no centro da capital argentina.

Na casa de Sandro, na cidade de Banfield, um grande grupo de admiradores se reuniu ontem em uma vigília em memória do artista.

As rádios e canais de televisão receberam uma série de ligações, a maioria de mulheres de entre 40 e 50 anos, para falar sobre o ídolo e pedir músicas de Roberto Sánchez, o verdadeiro nome do cantor, morto na segunda-feira em um hospital da cidade de Mendoza.

Susana Giménez, a apresentadora mais popular da Argentina, disse que a morte de Sandro causou dor "como a da perda de Carlos Gardel", enquanto seu colega Mirtha Legrand assegurou que o artista "já é um mito" como o famoso cantor de tangos.

Sandro, que atuou em cerca de dez filmes, foi o primeiro artista latino a lotar o Madison Square Garden (Nova York), em abril de 1970. O show foi transmitido ao vivo para vários países da América Latina e o cantor voltou ao ginásio quatro anos mais tarde.

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