Aposentada cai no metrô de SP e é socorrida de carro

SÃO PAULO - A aposentada Ivone Filonzi dos Santos, de 71 anos, sofreu uma queda em uma das escadas da Estação Luz, onde há a integração entre o Metrô e a CPTM, na região central de São Paulo, há 18 dias. Fraturou o nariz, luxou um dos dedos da mão, teve traumatismo craniano e levou 22 pontos na testa.

Agência Estado |

Ficou com hematomas pelo corpo e sente fortes dores na coluna e no peito. Apesar da idade avançada e da gravidade da queda, Ivone foi levada ao hospital em um carro da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

No socorro não foi imobilizada em uma maca e nem levada ao pronto-socorro com brevidade por uma ambulância. Também não apareceu nenhum médico para fazer o primeiro atendimento no local. Na semana passada, o "Jornal da Tarde" revelou que o Metrô não têm ambulância para socorrer usuários que passam mal ou se acidentam nas estações. E que quem faz a triagem sobre se a gravidade do quadro para enviar os pacientes aos hospitais em táxis são funcionários com curso de primeiros socorros.

Após a reportagem, o governador José Serra (PSDB) disse considerar o socorro em táxis satisfatório. A CPTM esclareceu, em nota, que todos os empregados de estação e segurança são treinados para a prestação de primeiros socorros, além de passar periodicamente por reciclagem. No caso citado pela reportagem, o encaminhamento ao hospital foi realizado por veículo da empresa para agilizar o socorro, diz o texto. As informações são do "Jornal da Tarde".

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