A família do padre Adelir de Carli, cujo corpo foi reconhecido hoje em Macaé, no Rio de Janeiro, disse que, apesar de não ser o fim esperado, a confirmação traz alívio para todos. Eles aguardam para amanhã o documento oficial sobre o reconhecimento para providenciar o sepultamento.

"Poderemos fazer um enterro digno", disse o irmão do padre, Moacir de Carli, que mora em Palotina, no oeste do Paraná. Provavelmente o sepultamento será realizado em Ampére, onde mora a maioria dos parentes.

O padre desapareceu no dia 20 de abril depois de levantar vôo impulsionado por balões de gás em Paranaguá, no litoral paranaense, onde era pároco da Igreja São Cristóvão. Ele pretendia fazer um vôo de 20 horas para bater o recorde mundial de permanência no ar com balões de gás e divulgar a Pastoral Rodoviária. No entanto, o vento forte desviou o vôo para o litoral de Santa Catarina. No início de julho, partes de um corpo foram encontradas no litoral fluminense. O exame de DNA feito pelo Instituto de Pesquisa Genética Forense confirmou que são do padre.

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