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Não vejo sentido em estar presa , escreve dona da Daslu

A dona da butique Daslu, Eliana Tranchesi, presa hoje pela Polícia Federal acusada de sonegação fiscal e contrabando e encaminhada à penitenciária feminina do Carandiru, na zona norte de São Paulo, divulgou um bilhete por intermédio de sua advogada Joyce Roysen, no começo da tarde. Não vejo sentido em estar presa novamente.

Agência Estado |

Não represento perigo para a sociedade. Este processo começou há quase três anos. Minha vida foi revirada. Fui presa por um crime tributário cujas multas já haviam sido lavradas e estavam sendo pagas", escreveu no bilhete. "Vocês acompanharam tudo e viram que enfrentamos muitos problemas, fechamos lojas, demitimos 500 funcionários, mas observaram também que as mesmas lojas estão sendo reabertas e muitas pessoas foram recontratadas (...) A Daslu continua a ser uma referência internacional na moda. Um motivo de orgulho para mim e um exemplo do que o Brasil pode dar ao mundo."

O bilhete que Eliana redigiu finaliza declarando que "neste momento, meu coração está com meus filhos. Penso neles todo o tempo e me questiono se era necessário mais um sofrimento em seu coração. Quanto à Daslu, tenho muita esperança, muita determinação e muitos sonhos. Sonhos que a minha equipe comprometida e competente vai ajudar a realizar".

Habeas-corpus

Os advogados da dona da butique Daslu devem entrar com pedido de habeas-corpus ainda hoje, segundo informações da advogada Joyce Roysen. Os advogados de Eliane Tranchesi afirmaram que ainda não tiveram acesso à decisão da 2ª Vara de Justiça Federal de Guarulhos, que determinou o mandado de prisão, para Eliane e outras sete pessoas.

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