Após tragédia, São Luiz do Paraitinga se previne contra as chuvas

Prefeitura da cidade, que hoje tem o centro histórico tombado pelo Iphan, afirma ter se estruturado

iG São Paulo |

nullHá um ano, a cidade de São Luiz do Paraitinha, a 180 km da capital paulista, estava inundada pelas águas e vivia a sua pior tragédia. A Igreja Matriz e diveros casarões tradicionais foram destruídos pela força das águas, que deixaram também 53 mortos.

Hoje, a cidade já está mais preparada para lidar com possíveis enchentes causadas pelas chuvas de verão. O município afirma que se organizou, comprou geradores e colchões, além de designar quais escolas receberiam famílias em casos de inundação.

No último dia 9, São Luiz do Paraitinga foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No dia 19, foi realizada uma festa na cidade para comemorar o fato com apresentações de artistas locais e espetáculos folclóricos, como congadas e cortejo dos bonecos gigantes.

A celebração é “um marco no processo de reconstrução” da cidade, segundo a chefe da representação regional do Ministério da Cultura em São Paulo, Cecília Garçoni. Um ano após a tragédia, Cecília garante que a situação está bem melhor. Segundo ela, “a cidade está de pé e funcionando”, apesar das marcas ainda visíveis da enchente. Mesmo assim, Cecília reconhece que o processo de recuperação ainda está longe de acabar.

Na última semana, o nível do rio Paraitinga subiu , atingindo cerca de três metros. Algumas ruas próximas ao mercado municipal e às margnes do rio foram atingidas. Para o funcionário público e fotógrafo Alexandre Medeiros, há um temor das pessoas por conta do que ocorreu no início do ano. "Todo mundo está com medo e desconfia de qualquer sinal de enchente, mas o que ocorreu é normal nessa época", disse ele.

*Com informações das agências Brasil e Estado

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