Após bate-boca, Suplicy busca reaproximação

Minutos depois de bater boca no plenário do Senado com o colega Heráclito Fortes (DEM-PI), para o qual mostrou também um simbólico cartão vermelho, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) dirigiu-se até a cadeira de Heráclito num gesto de reaproximação. Pouco antes, Heráclito havia pedido para um funcionário do Senado levar um copo de suco de maracujá ao senador petista, que confirmou ter bebido o suco.

Agência Estado |

Já fora da tribuna e ao lado da cadeira de Heráclito, Suplicy saboreava um cafezinho e o senador do DEM, um copo de água, enquanto os dois tentavam desfazer o clima hostil do bate-boca. "Expliquei a ele (Fortes) que ele sabe que as coisas que falei são do fundo do coração. E eu fiquei chateado quando ele disse que eu não era sincero", disse Suplicy, informando ter comprado pessoalmente cartolina vermelha usada para confeccionar o cartão exibido por ele na tribuna. "Pedi para o pessoal do meu gabinete cortar em um tamanho que achassem correto", contou.

O detalhe é que o cartão exibido por Suplicy deve ter o dobro, senão o triplo, do tamanho do instrumento usado pelos árbitros de futebol para expulsar jogadores que cometem faltas graves. "Imaginei que isso é uma coisa que as pessoas iriam entender", disse Suplicy, mal escondendo o sorriso no rosto.

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