Os professores da rede municipal de Salvador decidiram na manhã de hoje voltar às atividades, depois de 43 dias entre paralisação de advertência e greve. Reunidos na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), na capital baiana, os educadores resolveram aceitar a proposta da prefeitura de reajuste de 3% nos salários e mais dois avanços de referência - progressão linear dos professores no plano de cargos e salários -, um retroativo a maio e outro a ser realizado em setembro.

Cada avanço corresponde a 2,5% de aumento salarial.

Os professores reivindicavam reajuste de 9,01% nos salários e inclusão de plano de saúde entre os benefícios empregatícios, o que também foi garantido pela prefeitura. Como, durante o período de greve, houve o recesso de meio de ano - entre 19 de junho e o último dia 5, na rede de ensino baiana -, os 180 mil alunos da rede ficaram 21 dias letivos sem aulas. Elas serão repostas aos sábados, até o fim do ano, e em dois feriados.

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