Apeoesp decide aderir à greve nacional dos professores

Em assembleia realizada em frente ao prédio da Secretaria da Educação, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) decidiu se unir à paralisação nacional dos professores da rede pública, marcada para o dia 24 de abril. Organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a paralisação reivindica que o novo piso nacional da classe seja adotado em todos os Estados, uma vez que algumas unidades da Federação, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Tocantins e Goiás, não acataram o valor de R$ 950 aprovado pelo Congresso Nacional e em vigor desde o dia 1º de janeiro.

Agência Estado |

"O movimento visa ainda pressionar o Congresso Nacional e o governo de São Paulo a adotar um novo piso, correspondente ao valor estipulado pelo Dieese para o salário mínimo, de R$ 2.075,55", explicou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha.

Governadores e prefeitos conseguiram liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), no final de 2008, autorizando a suspensão do pagamento do piso até que a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) impetrada por eles seja analisada pela Corte. "O piso nacional é uma reivindicação histórica e legal", avalia o presidente da CNTE, Roberto Franklin Leão.

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