Comerciais não poderão mencionar supostas qualidades terapêuticas do produto; pulseiras têm até Barrichello como garoto-propaganda

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Após mais de 100 mil unidades vendidas em dois anos, as chamadas “pulseiras quânticas”, que prometem melhorias no “equilíbrio”, terão suas propagandas restritas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve publicar hoje (3/9) notificação às empresas que vendem o produto, proibindo menção às supostas qualidades terapêuticas.

Segundo a agência, por não ser um produto registrado, ele não pode ser vendido com a proposta de melhorar a saúde. No entanto, uma rápida pesquisa na internet leva a páginas que prometem efeitos como “maior estabilidade, facilidade de circulação e alívio da dor”. O desrespeito à proibição pode levar a multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

Entre os garotos-propaganda da pulseira está o piloto de Fórmula 1 Rubens Barrichello. No site da Power Balance nos Estados Unidos há um depoimento dele exaltando os efeitos do produto em sua performance como piloto. Com um custo que pode variar de R$ 159 a R$ 1,2 mil, a pulseira leva em seu centro um holograma eletromagnético. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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