Anvisa quer participação da sociedade no combate ao comércio de remédios falsificados

BRASÍLIA - Para combater o comércio irregular de medicamentos de forma eficiente é necessária a integração entre órgãos públicos e agentes da cadeia de produção de remédios, defendeu nesta segunda-feira o assessor chefe de Segurança Institucional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Adilson Batista, que participa de um workshop com vigilantes sanitários, delegados da Polícia Federal, representantes da sociedade civil e agentes do setor farmacêutico.

Agência Brasil |

Segundo ele, somente este ano, a Anvisa contabiliza cerca de 330 toneladas de material recolhido, entre fármacos sem registro, vencidos, falsificados ou contrabandeados.

A ideia do evento, que será realizado até esta terça-feira, é apresentar um panorama da circulação desses remédios no país, além de discutir mecanismos para o combate a essa prática, considerada crime hediondo.

Para o diretor da Anvisa, Dirceu Raposo, a sociedade também deve ajudar no combate ao comércio irregular de medicamentos, já que é a maior beneficiada por essa fiscalização.Todo cidadão tem obrigação de zelar pela sua família, pela sua comunidade, acredita.

Para ele, a lei que trata do rastreamento de medicamentos (Lei 11.903/09), sancionada no início deste ano, já representa um avanço e deve garantir mais segurança a partir da execução de algumas medidas como a informatização de todas as informações relacionadas à industrialização de remédios, desde o fornecedor da matéria prima até o consumidor final.

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