A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve publicar normas mais rígidas para câmaras de bronzeamento artificial e pode vir a proibir seu uso para fins estéticos. A medida é motivada por decisão da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), que passou a considerar a técnica “cancerígena”.

“Desde o ano passado a Anvisa pretendia criar uma norma mais restritiva”, disse o diretor da agência, Dirceu Barbano. Ele solicitou um parecer técnico para ser discutido na terça-feira, em reunião da diretoria colegiada do órgão. “Trabalhamos com a possibilidade de proibir o uso do equipamento para fins estéticos.” Hoje, apenas uma marca de câmara tem registro na agência.

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