A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) encarregada de investigar irregularidades nos repasses federais para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) já pode ser instalada. O texto com o nome dos 36 integrantes - 18 deputados e 18 senadores - foi lido ontem a noite no plenário do Senado.

Na Casa, apenas o PTB, com duas vagas, não indicou seus representantes.

O bloco de apoio ao governo no Senado indicou oito parlamentares, entre eles o presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), e os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Almeida Lima (PMDB-SE). O bloco da minoria indicou o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Demóstenes Torres (DEM-GO).

Na Câmara, o DEM indicou um dos idealizadores da CPI, o deputado Ônyx Lorenzoni (RS), e Abelardo Lupion (PR). Pelos governistas, irão compor a comissão, entre outros, a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) e Julião Amin (PDT-ES). Os parlamentares devem decidir hoje a data de instalação da CPI.

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