ANJ critica incidente com fotógrafo na Igreja Universal em Campinas

SÃO PAULO - A Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou nota nesta quinta-feira criticando a atitude arbitrária de um pastor e de seguranças da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) que detiveram o fotógrafo Gustavo Magnusson, da Rede Anhanguera de Comunicação (RAC). No momento da prisão, o fotógrafo realizava imagens da queda de parte do forro do templo da igreja na quarta-feira (4), em Campinas.

Redação |

Segundo a associação, "num ato intolerável", os membros da igreja tentaram impedir a saída do fotógrafo, mesmo depois de receberem determinação nesse sentido por parte das autoridades policiais chamadas ao local. 

Em nota, a ANJ se diz indignada com a tentativa do pastor e dos seguranças de impedir "o livre exercício da profissão de jornalista e de a sociedade ser devidamente informada".

Leia a íntegrada da nota divulgada pela ANJ:

"A Associação Nacional de Jornais ¿ ANJ repudia a arbitrária atitude de um pastor e de seguranças da Igreja Universal do Reino de Deus que detiveram o fotógrafo Gustavo Magnusson, da Rede Anhanguera de Comunicação, exigindo a supressão das imagens feitas por ele ao registrar a queda de parte do revestimento do templo da Igreja na Avenida João Jorge, em Campinas, na noite da última quarta-feira (04/02).

Num ato intolerável, os membros da Igreja tentaram impedir a saída do fotógrafo, mesmo depois de receberem determinação nesse sentido por parte das autoridades policiais chamadas ao local. 

A ANJ manifesta, mais uma vez, sua indignação contra a atitude de pessoas  que, a qualquer título, pretendam cercear os direitos de ir e vir de um cidadão, do livre exercício da profissão de jornalista e de a sociedade ser devidamente informada".

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