AM: publicitário diz matou família porque eles não aceitavam homossexualidade

Por Agência Estado |

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Jimmy Robert de Queiroz Brito, de 30 anos, confessou a polícia que planejou a morte do pai, da tia e de uma prima por dois meses. Herança de R$ 200 mil também teria sido o motivo

Agência Estado

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O publicitário Jimmy Robert de Queiroz Brito, de 30 anos, confessou em depoimento à Polícia Civil que há dois meses planejou a execução do pai Roberval Roberto de Brito, de 63 anos, da tia Gracilene Belota, de 59 anos, e da prima Gabriela Belota, de 26 anos. O triplo homicídio aconteceu, em Manaus, na madrugada de terça-feira (22).

O caso: Filho é suspeito de mandar matar família após briga por herança em Manaus

Conforme relato do delegado Divanilson Cavalcanti, os crimes foram planejados de maneira minuciosa por cerca de três semanas e executados sob a coordenação do parente das vítimas.

Segundo o depoimento, o que levou Jimmy a matar os familiares é o fato de não aceitarem que ele é homossexual. O publicitário também teria declarado que queria ter acesso à herança da família avaliada em R$ 200 mil.

As três vítimas foram degoladas e Gabriela foi asfixiada antes de morrer. Jimmy teve o auxílio de Rodrigo de Moraes Alves, de 19 anos, e Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães, de 18 anos, que cometeram os homicídios. Rodrigo namora Jimmy.

O publicitário, Rodrigo e Bruno irão responder pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, com motivo torpe e maus tratos.

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